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Fiquei rico no Brasil

Minha vida me deu a oportunidade de conhecer o mundo viajando.
Lugares, amores, tradições, valores, comida, costumes diferentes, mas a sorte maior que tive, foi conhecer as pessoas e presenciar as histórias delas.
Cada pessoa tem uma história para contar e, acreditem, são poderosas. As histórias podem fazer de um lugar uma coisa incrível, como é incrível a lembrança que sempre vou ter deste lugar.
Acredito que o homem alcança o próprio objetivo quando consegue olhar a vida através de várias perspectivas. Quando você conhece outras culturas e vive com elas, pode mudar seu jeito e melhorá-lo. Conhecer significa compartilhar suas ideias e aceitar as dos outros, mudar seu comportamento e seu pensamento, escutar, viver as dificuldades e resolver coisas que você achava impossíveis. Enfrentar o dia-dia de um jeito melhor.
Foi isso que aconteceu comigo aqui!
Conheci muitas pessoas e a maioria delas viraram meus Amigos. Amizade é uma palavra importante e muito delicada, mas me sinto muito orgulhoso e honrado de ter amigos num lugar que nem falam meu idioma.
Depois de um tempo morando aqui, ficou muito claro na minha cabeça que tive muita sorte em ter nascido naquele pequeno vilarejo perto de Roma. O homem tem que ter sorte até no lugar onde nascer e, escutando as histórias dos meus amigos, eu a tive.
São histórias de sofrimento, de carência, de luta cotidiana, dificuldades econômicas, sociais, histórias de quem perdeu tudo, de quem mudou a vida para melhor, de quem caiu e se levantou várias vezes.
Hoje os filhos que vivem numa realidade melhor, contam o que passaram os próprios pais nas épocas mais complicadas. Quando escuto essas histórias parece que volto nas histórias de minha avó sobre os tempos de guerra e fome.
Itália e Brasil são muito parecidos nessa questão sócio-demográfica, tanto que tivemos que emigrar no Sul América quando as coisas estavam ruins.
Me sinto “rico” quando tenho a oportunidade de presenciar esses contos porque posso confrontar minha vida com a dos outros, isso me permite de ver as coisas de um lado diferente e refletir: pensar que tive sorte, que temos que parar de chorar, de querer tudo, de sonhar em ter coisas mas pensar nos valores.
Hoje posso ouvir histórias de quem conseguiu, quem alcançou o objetivo e tirou os pais de um lugar difícil e os colocou em um outro, onde podem viver tranquilamente e melhor.
Eles contam isso com orgulho.
Eu escuto e fico apaixonado, também falo o que penso e amo esse povo mas que as vezes é muito “quente” e passional, um povo que está emergindo faz pouco tempo e não tem uma história como a nossa e isso, as vezes, faz com que eles ajam compulsivamente, mas com o tempo vão entender.
Durante a conversa com os meus amigos fico feliz de conhecer a vida de cada um, não dá para explicar quanto isso pode enriquecer sua alma, seu ego, são coisas essenciais que você leva para sempre, são experiências, erros que se pode evitar no futuro, lições de vida, exemplos de vida, lembranças.
São as lembranças e os sentimentos que te levam a um lugar, aquilo que contaram os amigos, as histórias das pessoas, os cheiros daquele momento, uma música ou uma comida. Um simples prato pode contar grandes histórias.  Viajando se aprende. Isso é demais!
Eu escrevi esta reflexão porque é através dela que eu quero (e consigo) exprimir meu agradecimento para fazer parte de vossas histórias. Presenciando nas conversas, sou como um registrador de contos que fica gravando as coisas que um dia poderei contar aos meus filhos.
Histórias de lutas, de quem conseguiu, contos de valores e não de “coisas”.
Quem acredita sempre alcança, ragazzi!

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VAI ALL’ARTICOLO HELIÓPOLIS, A COMUNIDADE. LA FAVELA VISTA DAI MIEI OCCHI

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2 Comments
  • Giorgia
    Posted at 11:55h, 15 Settembre Rispondi

    Cavolo scrivi in portoghese che non capisco?!?

    • Gipsyexpress
      Posted at 14:14h, 15 Settembre Rispondi

      Ahahaha bella!
      Un giorno te lo tradurrà Clarice 🙂

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